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22 de Março de 2019 - 
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INSS: Justiça reconhece reaposentação e benefício ficará 70% maior
Decisão, que abre precedentes a outros segurados, faz aposentadoria saltar de R$ 2,7 mil para R$ 4,7 mil
 
 
9 de março de 2019
 
 
Decisão do 11º Juizado Especial Federal do Rio de Janeiro reconheceu o direito a um novo benefício para um segurado do INSS que mesmo depois de aposentado continuou trabalhando com carteira assinada. A sentença garantiu a troca do benefício atual por um mais vantajoso, considerando as contribuições feitas após a concessão da aposentadoria inicial. A decisão, que abre precedentes para outros aposentados conseguirem a troca, resultou em um benefício 70% maior para segurado de Engenho de Dentro, na Zona Norte.
 
 
Para ter direito a chamada reaposentação, no entanto, quem aposentou e continua a trabalhar com carteira assinada tem que comprovar que fez contribuições previdenciárias por pelo menos 15 anos, após a primeira concessão pelo INSS.
 
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Na sentença favorável ao aposentado K.L.S.F., 70 anos, o juiz federal Victor Roberto Corrêa de Souza condenou o INSS a cessar o benefício original (R$ 2.756,67) e usar o valor correspondente ao tempo de contribuição após a aposentadoria no novo cálculo do benefício, que resultou no valor de R$ 4.711,99.
“O segurado se aposentou em 1996 e continuou trabalhando na mesma empresa até 2015. Ou seja, 19 anos. O juiz entendeu que ele tem direito à reaposentação”, informou a advogada Jeanne Vargas, do escritório Vargas e Navarro Advogados, responsável pela ação.
 
Na sentença o juiz afirma que “a constitucionalidade do § 2º do Art. 18 da Lei 8.213/91, reconhecida pelo STF, não impede a troca de um benefício por outro no mesmo RGPS, sem a utilização do tempo de contribuição que embasava o benefício originário, como ocorre nos pedidos de reaposentação”.
Ainda segundo a decisão, “nesses casos não há uma revisão da aposentadoria anteriormente concedida, não há uma prestação adicional a uma aposentadoria já existente. Há apenas a troca por uma aposentadoria nova, com o cumprimento de novos requisitos, computados integral e posteriormente à primeira. Ou seja, não se trata de desaposentação, para a qual se utilizam os salários de contribuição da aposentadoria inicial, juntamente com os salários posteriores à aposentadoria”.
O magistrado também avaliou que “se o benefício anterior foi recebido de forma lícita e tendo o segurado usufruído das prestações da aposentadoria como era seu direito, a partir do atendimento dos requisitos legais, em especial a vinculação e contribuição ao Regime Geral de Previdência Social (RGPS), não está sequer sujeito à devolução ou repetição dos valores de sua aposentadoria, com a eventual troca por uma nova aposentadoria”.
Fonte:  https://www.jornalcontabil.com.br/inss-justica-reconhece-reaposentacao-e-beneficio-ficara-70-maior/
 
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13ª Semana Justiça pela Paz em Casa inicia com
debate sobre cibercrime
 
A 13ª Semana Justiça pela Paz em Casa ocorre entre os dias 11 e 15 de março. Dando início às atividades, a Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar, que tem à frente a Desembargadora Nágila Brito, e a Universidade Corporativa (Unicorp) do Tribunal de Justiça da Bahia, unidade vinculada à Assessora Especial da Presidência II Assuntos Institucionais, promovem mais uma edição do Ciclo de Debates – Combate à Violência contra a Mulher. Desta vez, o tema central será cibercrime.
O encontro será realizado das 13h30 às 17h30, no auditório do edifício-sede da Corte baiana. Seu intuito prioritário é sensibilizar Magistrados, Servidores e demais membros da sociedade sobre a necessidade de tratar, com agilidade e responsabilidade, casos que envolvam a violência doméstica.
Os interessados em participar devem se inscrever até o dia 7 de março (quinta-feira) por meio do Sistema de Educação Corporativa (Siec), disponível no site da Unicorp. Magistrados e Servidores acessam a plataforma utilizando login e senha de rede. Já o público externo, deve se cadastrar utilizando o CPF.
 
PROGRAMAÇÃO DO EVENTO
13:30] Credenciamento e Registro de Presença
14:00] Abertura
Desa. Nágila Maria Sales Brito – Presidente da Coordenadoria da Mulher do TJBA
Convidados
14:30] Palestra – Pornografia de revanche e suas consequências fáticas e jurídicas
Dr. Fabrício Rabelo Patury – Promotor de Justiça do Ministério Público do Estado da Bahia, especializado na área criminal e Coordenador do Núcleo de Combate aos Crimes Cibernéticos do MPBA, Assessor Especial Criminal da PGJ pelo MPBA, Professor da Faculdade Baiana de Direito na disciplina de Direito Digital, em Salvador-BA, e ex-Professor nas disciplinas de Direito Penal e Prática Jurídica Penal na Faculdade Nobre, em Feira de Santana-BA.
15:30] Palestra – Danos psicológicos: marcas invisíveis da violência contra a mulher
Kallila Barbosa Queiroz de Santana – Graduada em Psicologia pela UFBA. Pós-Graduada em Recursos Humanos: Gestão de Pessoas (FCS). Especialista em Psicologia Jurídica pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP). Mestre em Educação e Contemporaneidade pela Universidade do Estado da Bahia – UNEB. Foi servidora pública efetiva do Ministério Público do Estado da Bahia. Atualmente, Coordenadora Geral da Associação Baiana de Psicologia Jurídica (PSIJUR), Professora de Pós-Graduação.
16: 30] Perguntas
17:30] Encerramento
Fonte: http://www5.tjba.jus.br/portal/13a-semana-justica-pela-paz-em-casa-inicia-com-debate-sobre-cibercrime/____________________________________________
NOTICIAS
 
A Reforma já começou e você nem percebeu. O que mudou com a Medida Provisória 871?
 Redação
 -
26 de fevereiro de 2019
 
Conteúdo por Vitor Dutra
 
 
INTRODUÇÃO
 
Muito tem se falado na mídia sobre a Reforma da Previdência, encaminhada à Câmara dos Deputados por meio da Proposta de Emenda Constitucional 6/2019. Até aí, nenhuma novidade. O que talvez você nem tenha percebido é que a previdência já está em reforma. Aliás, já há novidades em vigor na reforma da previdência social desde o dia 18 de janeiro de 2019.
 
 
O primeiro fragmento da Reforma da Previdência tem nome e sobrenome: Medida Provisória 871. Reforçamos que ela já faz parte da reforma da previdência, uma vez que foi incluída no site criado pelo Governo Federal para fornecer informações sobre a intitulada “Nova Previdência” (http://www.brasil.gov.br/novaprevidencia/entendaaproposta/integra-da-proposta).
 
Vamos destrinchar alguns dos seus pontos mais importantes, revelando o que muda na prática a partir da sua edição. Por questões óbvias, primaremos pela objetividade, a fim de dar uma visão geral sobre as questões, ao nosso ver, mais caras ao Direito Previdenciário na prática.
 
 
1) ÚNICO BEM DE FAMÍLIA PODERÁ SER PENHORADO NO CASO DE SE CONSTATAR FRAUDE NO RECEBIMENTO DO BENEFÍCIO.
 
A pequenina Lei 8.009/90 trata dos casos de impenhorabilidade do bem de família. Mais importante que isso, trata das suas exceções.
 
A MP 871 incluiu o inciso VIII ao artigo 2o, asseverando que poderá ser penhorado o imóvel (a casa/moradia) “para cobrança de crédito constituído pela Procuradoria-Geral Federal em decorrência de benefício previdenciário ou assistencial recebido indevidamente por dolo, fraude ou coação, inclusive por terceiro que sabia ou deveria saber da origem ilícita dos recurso”.
 
Observamos aqui relevante mudança, com alto potencial para judicialização de causas, na medida em que toda pessoa que for flagrada recebendo um LOAS, uma pensão por morte, um auxílio-doença, uma aposentadoria ou qualquer outro benefício previdenciario por dolo, fraude ou coação poderá perder até mesmo o seu único imóvel residencial.
 
 
2) A NOVA PENSÃO POR MORTE PARA SERVIDORES PÚBLICOS FEDERAIS.
 
O art. 215 da Lei 8.112/90 trazia em seu bojo a redação legal no sentido de que, por morte do servidor, os dependentes fariam jus à pensão por morte a partir do óbito.
 
A nova redação inserida pela MP 871 excluiu do texto da expressão “a partir do óbito”. Tal modificação sensível faz sentido ao lermos o art. 219, também modificado, que assim passou a se revelar:
 
“Art. 219. A pensão por morte será devida ao conjunto dos dependentes do segurado que falecer, aposentado ou não, a contar da data:
 
I – do óbito, quando requerida em até cento e oitenta dias após o óbito, para os filhos menores de dezesseis anos, ou em até noventa dias após o óbito, para os demais dependentes;
 
II – do requerimento, quando requerida após o prazo previsto no inciso I; ou
 
III – da decisão judicial, na hipótese de morte presumida.
 
§ 1º A concessão da pensão por morte não será protelada pela falta de habilitação de outro possível dependente e a habilitação posterior que importe em exclusão ou inclusão de dependente só produzirá efeito a partir da data da publicação da portaria de concessão da pensão ao dependente habilitado.
 
§ 2º Ajuizada a ação judicial para reconhecimento da condição de dependente, este poderá requerer a sua habilitação provisória ao benefício de pensão por morte, exclusivamente para fins de rateio dos valores com outros dependentes, vedado o pagamento da respectiva cota até o trânsito em julgado da decisão judicial que reconhecer a qualidade de dependente do autor da ação.
 
§ 3º Julgada improcedente a ação prevista no § 2º, o valor retido será corrigido pelos índices legais de reajustamento e será pago de forma proporcional aos demais dependentes, de acordo com as suas cotas e o tempo de duração de seus benefícios.” (NR)
 
 
Nesse ponto, houve clara atualização da lei aplicável aos servidores públicos federais, assemelhando o regime próprio ao regime geral nas regras pertinentes às pensões por morte.
 
3) MODIFICAÇÕES QUE ATINGEM AS PENSÕES POR MORTE DO REGIME GERAL.
 
No tema pensão por morte do regime geral, houve substanciais mudanças na Lei de Regência (Lei 8.213/91).
 
A primeira delas, no inciso I do art. 74, que aboliu a imprescritibilidade dos valores devidos aos dependentes menores de 16 anos de idade. Com efeito, mesmo o dependente menor de 16 anos de idade terá até 180 dias para encaminhar seu pedido de pensão por morte, a fim de que o termo inicial do benefício seja a data do óbito. Caso contrário, acabará percebendo o benefício a partir da data de requerimento.
 
Importante deixar claro que o instituto da prescrição não se confunde com a decadência, não sendo verdadeira a informação veiculada no sentido de que o menor perderá o direito à concessão do benefício. O reflexo, no caso, é puramente financeiro, porquanto há perdas de prestações em razão da demora no encaminhamento do pedido.
 
A segunda modificação é uma novidade sem precedentes. Criou-se uma espécie de consignação judicial do benefício no caso de habilitação de dependente em conflito com outro.
 
Segue colacionado o dispositivo:
 
“§ 3º Ajuizada a ação judicial para reconhecimento da condição de dependente, este poderá requerer a sua habilitação provisória ao benefício de pensão por morte, exclusivamente para fins de rateio dos valores com outros dependentes, vedado o pagamento da respectiva cota até o trânsito em julgado da decisão judicial que reconhecer a qualidade de dependente do autor da ação. (Vigência)
 
§ 4º Julgada improcedente a ação prevista no § 3º, o valor retido, corrigido pelos índices legais de reajustamento, será pago de forma proporcional aos demais dependentes, de acordo com as suas cotas e o tempo de duração de seus benefícios.”
 
 
Ressalta-se que, devido à profundidade da mudança, que impacta o direito processual, há um período de vacatio legis, ou seja, o dispositivo só entrará em vigor 120 dias a contar da publicação, ocorrida em 18/01/19.
 
4) VEDAÇÃO À INSCRIÇÃO POST MORTEM.
 
A minirreforma da previdência editada pela MP 871 trouxe questão há muito tempo debatida nos Tribunais.
 
Não raras vezes, após a morte do segurado, a família descobre que houve sua omissão ao recolher contribuições em vida e, mais do que isso, de inscrever-se como contribuinte individual ou facultativo. Por isso, a pensão por morte acaba sendo indeferida por falta de qualidade de segurado, mesmo que ele tivesse, de fato, trabalhado como contribuinte individual.
 
A alteração legal veda a possibilidade de inscrição posterior à morte do segurado contribuinte individual ou facultativo, o que impacta sobremaneira em diversas contendas judiciais que buscam esse reconhecimento após o óbito do suposto segurado.
 
5) ENDURECIMENTO NAS REGRAS DO AUXÍLIO-RECLUSÃO.
 
Foi no benefício direcionado às famílias dos presos a maior mudança promovida pela minirreforma da previdência.
 
O auxílio-reclusão, que antes não exigia carência para a sua concessão, agora exige 24 contribuições mensais: o maior número exigido em todo o sistema, ressalvado o caso óbvio das aposentadorias. Assim, o preso deverá ter trabalhado ou contribuído como facultativo por pelo menos dois anos para ter direito ao benefício.
 
E se o segurado possuir diversas contribuições anteriores, mas perder a qualidade de segurado, bastará trabalhar por 12 meses (metade do tempo necessário de carência) para recuperar as contribuições anteriores? Não mais!
 
É que o art. 27-A também foi modificado, acabando com a possibilidade de aproveitamento das contribuições anteriores à perda da qualidade de segurado. Vale lembrar que esta modificação também atinge os benefícios de auxílio-doença, aposentadoria por invalidez e salário-maternidade.
 
 
Outra grande modificação reside no regime prisional a que está submetido o segurado: agora, apenas o regime fechado permite a concessão do benefício.
 
Idêntica forma, o conceito de segurado de baixa renda foi atingido pela mudança da metodologia de aferição. Antes, examinava-se apenas pelo último salário-de-contribuição do preso. Agora, pela média dos últimos 12 meses.
 
E, para finalizar, há previsões sobre o recolhimento à prisão do segurado que impactam diretamente sobre o beneficiário de auxílio-doença, conforme seguem dispositivos:
 
§ 3º O segurado em gozo de auxílio-doença na data do recolhimento à prisão terá o benefício suspenso.
 
§ 4º A suspensão prevista no § 3º será de até sessenta dias, contados da data do recolhimento à prisão, cessado o benefício após o referido prazo.
 
§ 5º Na hipótese de o segurado ser colocado em liberdade antes do prazo previsto no § 4º, o benefício será restabelecido a partir da data da soltura.”
 
 
6) DECADÊNCIA NO SALÁRIO-MATERNIDADE.
 
Impactante a mudança legal que inseriu o art. 71-D à Lei de Benefícios.
 
Sua redação diz que o “direito ao salário-maternidade decairá se não for requerido em até cento e oitenta dias da ocorrência do parto ou da adoção, exceto na ocorrência de motivo de força maior e ou caso fortuito, conforme disposto no Regulamento”.
 
Veja-se que, ao contrário da previsão acima descrita, com relação à prescrição nos pedidos de pensão por morte para dependentes menores de 16 anos de idade, nesse caso está a se tratar da decadência, que fulmina o direito.
 
Cremos, humildemente, que esta previsão terá muita resistência, uma vez que há posição jurisprudencial bastante firme no sentido de que atos de concessão de benefício não decaem nunca. Vamos aguardar para ver a recepção do dispositivo que limita a concessão.
 
7) TARIFAMENTO DE PROVAS.
 
Reza o Art. 55. § 3º: “A comprovação do tempo de serviço para fins do disposto nesta Lei, inclusive mediante justificativa administrativa ou judicial, observado o disposto no art. 108, só produzirá efeito quando for baseada em início de prova material contemporânea dos fatos, não admitida a prova exclusivamente testemunhal, exceto na ocorrência de motivo de força maior ou caso fortuito, na forma prevista no Regulamento”.
 
 
A toda evidência, trata-se de medida de tarifamento de provas, o que historicamente possui pouca aplicabilidade na prática forense.
 
Em que pese a previsão indicando qual a prova específica que poderia ser aceita, pensamos que não haverá trânsito a aplicação fria do dispositivo em comento, especialmente diante do histórico de diversas tentativas legais no mesmo sentido, todas frustradas.
 
8) DEMAIS MUDANÇAS.
 
A minirreforma da previdência trouxe algumas medidas de ataque às fraudes na concessão de benefícios, com a instituição de operação “pente-fino”, incluída previsão de pagamento de gratificações para servidores que realizam perícias.
 
Houve mudanças na emissão de CTCs, bem como modificações nos processos administrativos e de reposição de valores pagos a maior ou indevidamente aos cofres públicos.
 
CONCLUSÃO:
 
Como se observa, foram muitas as mudanças, que impactarão certamente no trabalho desempenhado pelo Poder Judiciário.
 
A Medida Provisória em comento, editada pelo Poder Executivo, ainda passará pelo crivo do Poder Legislativo, que já se encontra discutindo a reforma maior, introduzida pela PEC.
 
É bem verdade que muita água passará por debaixo da ponte, mas é importante ter em mente que a atualização do profissional que atua em processos previdenciários será fundamental.
 
Fatalmente, todas essas modificações serão temas de discussões sobre direito temporal e da sua aplicabilidade, o que exigirá constante atualização.
 
Conteúdo original produzido por Vitor Dutrahttps://vitordutrasl.jusbrasil.com.br/
 
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fonte:https://www.jornalcontabil.com.br/a-reforma-ja-comecou-e-voce-nem-percebeu-o-que-mudou-com-a-medida-provisoria-871/
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                                        CAMINHO DA PAZ – PEREGRINO
 
 
Aos olhos dos transeuntes, que se encontravam na Cidade, quando um grupo de pessoas, com andar vagaroso, ritmado, com trajes suados, calça, jaqueta, bonés ou chapéus, mochilas nas costas, botas ou tênis, cheio de lama, ou poeira já bem gasto,  segurando um pedaço de pau, apodrecido, outros com bengalas em madeira bem torneadas,  e alguns com dois cajados, uma em cada mão que os sustentavam no andar vagaroso e com nítida feições de cansaço, tratava-se de "uns doidos"; "andarilhos"  que andavam pelo mato, longas distâncias, dormindo nas ruas, nas igrejas, ou em pensões baratas, ou em casa de conhecidos que o abrigavam, ou para alguns tratava-se de pessoas religiosas, fanáticas e que não tinham nada na cabeça. E paravam para olhar, com um firme pensamento - são uns pobres coitados!!...
Muitas vezes, viajando em meu automóvel  ZERO KM, bem confortável equipados com bons pneus, bancos de couro legítimos, com pinturas perolizadas, ótimo kit multimídia com TV, Internet, CD, rádio, Mp3 de última geração, geladeira de bordo etc.. me deparei ao longo das estradas principalmente nas Minas Gerais, e no Estado de São Paulo com "andarilhos"  que  margeavam os acostamentos das rodovias em que transitava em direção a um Hotel 5 Estrelas, ou Resort, com piscina, suíte, tv a cabo, DVD, um verdadeiro club de veraneio com farta alimentação, e empregados bem arrumados, cheirosos e com largo sorriso no rosto, e sempre disposto a  nos paparicar, com um cortês sim senhor!!  E pensava, comigo mesmo e as vezes comentava com meus convivas: - que passa pelas cabeças dessas pessoas, andar sozinho, com mochila nas costas, e concluía, o que a falta de juízo faz... Não conhecia outra maneira de sair de férias que não fosse num hotel de luxo, o desafio era cada vez ir  a um  hotel melhor...com mais luxo, talheres de pratas, banheira de hidromassagem, gastronomia internacional e cobertores de fios egípcios. Nunca economizei no desperdício!! Pelo contrário. Não havia dinheiro que chegasse para saciar meu desejo em consumir exageradamente. Afinal, se trabalha muito justamente para ter mais...
Em um domingo de verão,  fazendo uma caminhada pela praia,  conheci uma senhora de nome MARIA, que me falou sobre uma caminhada que teria lugar no VALE DO JEQUIRIÇÁ-UBAIRA-BA, um lugar montanhoso, com clima ameno, lindas paisagens e que havia aberto o CAMINHO DA PAZ, que se inicia em AMARGOSA/BA e termina em UBAIRA/BA, com chegada a uma POUSADA, denominada PROJETO SEMENTE, onde seu idealizador, fazia um trabalho com crianças, dando educação, alimentação, e pratica de esportes e que era mantido pelos "amigos do projeto" onde ajudava com qualquer valor. Assim enveredei pelos CAMINHOS. E ao caminhar junto com o grupo, me tornei o "alvo" dos comentários, dos rótulos que outrora dava para "aquelas pessoas"  que sempre via passar dentro do meu carro possante!! Estava eu lá, com mochila nas costas, com chapéu, com cajado nas mãos,  tênis sujos, roupa extremamente suadas,  fétidas e empoeiradas!!
Ao caminhar pelas subidas e longas descidas mato a dentro, cruzando uma cidade, povoado, currais, pulando cercas, passando por trilhas, plantações de cacau, frutas diversas, canaviais, trilhas e outras dificuldades, subindo "picos" morros, montanhas imensas, (havia hora que achava que não ia conseguir chegar ao final...), passei por desesperos, enfrentei cães, bois, vacas com suas crias, gatos selvagens, enfrentei meus medos, medo de desmaiar, medo de ser molestado, me sentir sozinho, desamparado, me questionei como cheguei até ali!!. Onde estava com a cabeça para aceitar tal desatino! Havia momentos em que com sede, com fome, com o peso da mochila nas costas rasgando minha pele, pés doloridos e com bolhas, o suor, o sol escaldante, que parecia estar cozinhando meu juízo, depois a chuva fininha, molhando minhas vestes, e aumentando ainda mais o "peso" que levava nas costas. Aos poucos cada kilômetro que andava e deixava para traz, era um alivio, a certeza de que estava chegando ao fim daquela loucura por mim iniciada, sem mesmo saber o porque. Assim venci várias etapas daquele caminho, até que no último trecho, já exausto, debaixo de um sol de meio dia, meio que desorientado, pois para mim aquilo era tudo novo, seguindo algumas "setas amarelas" pintadas por outros caminhantes voluntariamente, em cercas, postes, pedras, na própria estrada, enfim, cansado, querendo entregar os pontos, sem mais forças, não sei se foi sonho, ou mesmo vontade de que alguém me ajudasse, ou fruto do meu inconsciente, escutei um "som" como se alguém cavalgasse. Parei segurei no meu cajado, e olhei para traz. E vi se aproximando um homem num cavalo, bem trajado, com chapéu de couro, jaqueta  de vaqueiro. Estava no meio de uma subida bem íngreme! Ao se aproximar me perguntou: Boa tarde amigo, está indo para onde? --Eu lhe respondi o cumprimento e disse: -  já não sei mais para onde estou indo, creio que é para UBAIRA/BA e ele me disse, posso lhe levar até o topo da subida, e ato contínuo me segurou pela mão e deu um puxão me acomodando em sua garupa. Começamos a galopar! Não sei o que ocorreu. Cheguei na Cidade, onde todos os caminhantes já haviam chegado e estavam almoçando e conversando animadamente. Cheguei  descansado com uma enorme sensação de bem estar e transformado. Tomei banho, almocei e adormeci. Depois ao comentar com o grupo, me emocionei. Claro que os comentários foram de  que havia imaginado pelo cansaço...
Bom, não sei o que ocorreu, pois aprendi e me modifiquei interiormente, pois não mais exagero ou desperdiço, procuro sempre o equilíbrio, com o caminhar cheguei a conclusão que TODOS NÓS temos uma VIDA para viver, e ninguém pode CAMINHAR/VIVER por nós. Não precisamos de muito para VIVER bem,  feliz e em PAZ, pois quando caminhamos, só temos - a terra - o céu - a água da natureza,  e o que podemos carregar. E fazemos nosso caminho, e que ao  caminhar,  damos um passo de cada vez.
Assim aprendi a unificar em vez de dividir, deixei de  ser egoísta para ser altruísta. Para viver não precisa de hotel de luxo, onde se paga muito, para aproveitar pouco, pois não vamos ficar confinados em um quarto de hotel, e sim devemos caminhar para conhecer o novo, a cultura, os costumes,  descobrir os valores da humanidade, valorizar nosso corpo, agradecer por termos corpo saudável,  por podermos nos locomover sem dificuldade, podermos enxergar, quando muito não tem esta chance. Entendi  que por mais luxuoso que seja o hotel, não é melhor que nosso "cantinho" onde nos abrigamos do frio, da chuva, do sol, e aconchego de nossos cobertores por mais simples que seja.
Descobri que na historia da humanidade houve vários homens, mulheres que caminharam pelos mais diversos motivos, seja religioso, por prazer, por intuição, distração, em busca de respostas, autoconhecimento, esportes, aventura ou mesmo falta do que fazer, mas todos, chegaram a conclusão de que não se anda para si, e sim para todos, caminhando se abre caminhos, se alegra, se descobre, encontra respostas para perguntas, cura-se traumas, enfim, ganha-se nova vida, e tenha certeza faz toda diferença. DJALMA LEANDRO-agosto/2012
 
 
CANTINHO DO CLIENTE E AMIGOS
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por IARA LIMA
 (leitura feita ao quadro de autoria DJALMA LEANDRO, acrílicio sobre tela - ventania)
 
 
"A vida é um eterno vai e vem de ondas..
Onde nos remete à grandes redemoinhos..
Onde poderemos passar ou não...
 
10/12/2018
 
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VIVER SÓ OU A DOIS ??
Já sabemos que nascemos sem pedir, e morremos sem querer, e que temos na verdade "escolhas" (que muitos confundem com livre arbítrio), eu entendo que na verdade não há "livre arbítrio" pois não se "escolhe viver ou morrer" na verdade nos foi "imposto" uma "vida" que temos que viver, querendo ou não. Isto porque ninguém escolhe MORRER, pois se assim fosse, não se teria o "suicídio" como "o maior dos crimes" e quem faz esta "escolha" é taxado como "covarde" e reprovado e proibido por todos os "sistemas penais do mundo", logo, consequentemente, não temos livre arbítrio, ou mesmo "escolhas" apenas temos que VIVER. A única escolha que podemos fazer na verdade, é dentro deste intervalo. Aí sim, podemos escolher livremente se vivemos só, ou acompanhado. Há pessoas que não consegue viver só, muito embora tenha nascido sozinho (ainda que seja gêmeos, cada um nasce em um momento...) e morre também como veio ao mundo sozinho..(ainda que esteja dentro de um avião, num navio, enfim reunidos com pessoas...sempre cada um tem um "momento final" que nunca se coincide. Ora, se assim fomos criados, juntamente com o UNIVERSO, então temos um UNIVERSO para explorar, entretanto tem pessoas, que sequer consegue enxergar isso, simplesmente se isolam de tal forma, que "afirmam" sem fulano, ou beltrano não consigo viver... passam a VIDA INTEIRA, procurando e em busca de "alguém que o complete... sua "alma gêmea", a "metade da laranja", enfim.. Ora, SOMOS INTEIRO, não somos "metade" para que precise de alguém para "completar". Creio que isto tudo é um "apego" demasiado a coisas, pessoas, vícios, hábitos, enfim, maneiras de fuga, para não viver sua VIDA por inteiro, ou quem sabe falta-lhe a "consciência" de sua responsabilidade para com a vida, sua que se reflete na "sociedade" como um TODO, pois não existe uma só pessoa, ou coisa, que não esteja dentro do UNIVERSO, e vice versa. Um não pode existir sem o outro. Se completam, embora insistam o homem a DIVDIR, e ISOLAR-SE. Sempre quer mais, um simples "filme infantil" é sempre querendo acabar com o "mundo" será que não percebem, que se o "mundo" acabar, não sobrará "ninguém" para contar a história...porque "condicionar" a inocente "criança" com a idéia de que para que "ela" possa "viver" alguém tem que morrer...temos que "resgatar" o "simples" o óbvio, antes de "ter" ou "ser" necessitamos "estar" bem com nós mesmos. O que outrora era um "conto encantado"que contava uma inocente história de "amor" agora virou tudo pelo avesso. É matança do início ao fim, qualquer desenho animado, começa com uma "moça linda" que forja uma "batalha" para seduzir o REI, que se encanta com sua beleza e a torna "Rainha". Neste momento feliz decorre toda uma tragédia e matança sem trégua, uma verdadeira "carnificina" em busca de PODER, beleza única, ainda que TODOS SOFRAM. Observo que as "crianças" crescem com esta "mensagem" que para ser "vitorioso" seu coleguinha tem que MORRER.!!! Fico pensando com meus "botões" o que será no "futuro" essas crianças, com estas ideias na cabeça quando ainda está em formação física e intelectual?. Que para "ela" viver, o outro tem que morrer. Para conseguir PAZ, o mundo tem que deixar de existir.... Aí cresce com a ideia de que tem que ser o "melhor" o mais poderoso, que tem que ter "dinheiro e comprar tudo" o consumo insustentável. Se você leitor, for dar uma caminhada "praia" perceberá "varias pessoas" com seus aparelhos celulares na mão, sozinhos, teclando, sequer observando a plenitude da "natureza" a união do "céu e da terra" o horizonte outrora cantado em versos e prosas, que alicerçavam o "romantismo" ficou adstrito a um "aparelho individual" cuja atenção exclusiva de seu "dono" como se o "mundo" deixasse de existir para ficar na palma de sua mão. Aí eu pergunto porque é tão difícil VIVER A DOIS. Posso reflexionar a esta indagação, alegando, que não existe qualquer possibilidade de "um" existir, aceitando o "outro" ao lado (lembrem que essas mesmas pessoas, ficaram a vida toda buscando alguém para lhe completar...). A ideia que se tem é que "para haver um amor" tem que a pessoa ser exclusiva, tem que parar de "viver" pois vemos cada casal, com seu atual e sofisticado "tablet" na mão, sentados um em frente ao outro, ou ao lado, porém com "seus brinquedinhos" em cada mão, ou seja, cada um no seu "mundo" o que também é passado para seus descendentes, pois cada filho, tem também um aparelhinho em sua mão. Não podemos estranhar quando ouvimos cada um, afirmar: o mundo é meu, eu sou o melhor, eu tenho mais poder, eu tenho o carro mais luxuoso, eu moro no apartamento mais valioso, eu moro no bairro com o metro quadrado mais caro da capital, portanto sou imortal... enfim.. até DEUS, é individual. Cada um com o seu. ...enquanto isso, cada Governo aproveita para fazer a "melhor festa junina" onde se pode tirar verdadeiras fortunas (desviada é claro em proveito próprio..) em comemoração a SÃO JOÃO. O que outrora era uma forma de "sobrevivência" já que o inverno era muito frio, e acendia-se "fogueira" para aquecer. Costume esse que foi Cristianizado e rotulado como fogueira pagã, o que naturalmente hoje, é repudiada pela cada vez mais crescente onda "evangélica". E assim, temos que os valores estão se invertendo, infelizmente para "pior" já que continuam FRAGMENTANDO O MUNDO, quando deveria se complementar. Isto está tomando rumos cada vez mais dramáticos, vemos nos noticiários empresários, que construíram verdadeiras mansões, para "curtir e aproveitar sua fortuna" em desvarios com sexo, drogas, armas e outras vicissitudes individuais, sendo "vítima" de sua própria "torpeza". Claro que outro fim não poderia ter, já que esquece que ao se isolar, também a "outra" até então "metade" que se completavam... quer o mesmo que "ele", PODER, e que para ter isso ELE, tem que MORRER. Por isso é tão difícil VIVER A DOIS. Enfim, se eu conseguir que esta ideia que estou plantando nesta "opinião" cresça e que os "pais" que lerem este opinativo, evitem de levar seus filhos para assistirem esses filmes que subliminarmente implantem no subconsciente de seus pupilos, que para ele viver, o coleguinha tem que morrer...aí então conseguiremos reverter o quadro, e agigantar a ideia de O MUNDO O UNIVERSO é tão grande que CABE TODOS com espaço de sobra, e que TODOS NECESSITAMOS um do outro...aí sim VOLTAREMOS A VIVER O NOSSO INTERVALO LIVRE E ABUNDANTEMENTE. Eu acredito eu faço....
DJALMA LEANDRO/Julho/2012
 
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Então cheguei até a MARCIA MUNIZ, que me acolheu, cuidou de mim, me curou, e ainda me  mostrou, não só um "caminho" a seguir, mas "vários", me tirou de uma situação negativa, para me transformar numa pessoa, mais corajosa, mais forte, confiante, capaz, destemido.
E mais,.. me transformou num profissional melhor, capaz, competente...
Enfim temperou a minha existência, me devolvendo a alegria de Viver.
Daí então, me tornei um fâ incondicional.
Uma maneira de agradecer, é  super recomendando-a a todos, para que se dêem oportunidade de cuidar de si.
Se voce já é bom, se transforme em "melhor, ótimo, excelente". E volte a ter vida em abundância.
Obrigado Marcia e equipe, de todo meu coração, minha alma está "irradiando, alegria, felicidade, satisfação" e vontade de viver intensamente.
 
Que DEUS nosso gradioso criador, renove dia a dia e cada vez mais, seus DONS, lhe enchendo de bençãos, a cada aluno que voce tansformou, nosso Pai dobre, triplique, quaduplique as bençãos. Gratidão. Bjs. 
 
ET. já estou inscrito no CONGRESSO, e meus amigos, nos encontraremos lá. Vamos encher aquele TEATRO e mosrar a ENERGIA e o ACHÉ da Bahia...Bora lá...
 
   
 
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Sou PEREGRINO EM ISRAEL...  visitei todos estes lugares por isso me tornei stão...
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 PASTOR CAIO FABIO..CAMINO DA GRAÇA
 
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O EVANGELHO DE CARREIRINHA...
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Autor: Djalma da Silva Leandro   
Djalma da Silva Leandro, Advogado, Especialista (Previdenciário)  Holistico, Doutorando em Ciências Jurídicas,Universidad Católica Argentina - Buenos Aires - MBA Ajurídica/SP
E-mail: drdjalma@uol.com.br
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